Coluna Educação – 08.02.2026 –  Dicas para ajudar o seu filho nos estudos durante o ano letivo

Por Luzedna Glece(*)

pação da família na rotina escolar é um dos fatores que mais impactam o aprendizado das crianças ao longo do ano letivo. Contudo, entre o trabalho, compromissos, cuidados com a casa e consigo próprios, acompanhar os estudos dos filhos pode parecer um desafio constante para muitos pais e responsáveis. Mas segundo especialistas, é muito importante este acompanhamento, tanto para os responsáveis sempre estarem atualizados quanto a evolução do processo de aprendizagem de seus filhos, como para os estudantes se sentirem apoiados por seus pais.

Ao longo do ano letivo, o envolvimento da família, aliado a expectativas realistas e a um ambiente de apoio, contribui para formar estudantes mais confiantes, organizados e preparados para os desafios acadêmicos e pessoais, seja dentro ou fora da sala de aula.

Para orientar pais e responsáveis, educadores reuniram, a seguir, oito dicas práticas que ajudam a fomentar nos alunos uma relação mais saudável com os estudos, fortalecendo a autonomia, o interesse pelo aprendizado e o vínculo entre família e escola.

  1. Estabeleça rotinas claras – defina horários previsíveis para a criança e o adolescente estudar, se alimentar, descansar, brincar e realizar seus hobbies. Isso ajuda o estudante a se organizar e se sentir mais seguro Rotina não é rigidez, é cuidado.
  2. Ajude seu filho a se organizar e planejar os estudos – apoiar a criação de um cronograma, definindo metas alcançáveis e pensando em estratégias para cada disciplina – desde aquelas que o estudante tem mais facilidade, até as difíceis que requerem mais dedicação – contribui para o desenvolvimento da autonomia. O papel da família é ensinar a criança a planejar, e não planejar por ela. Mostrar como dividir tarefas e estabelecer prioridades é um aprendizado que vai além da escola e que fará diferença na vida do adulto.
  3. Ofereça um ambiente de estudos e diferentes formas de aprender – Um espaço adequado – como um quarto, escritório ou cantinho apropriado – organizado, iluminado, silencioso e sem distrações, favorece a concentração durante os estudos. Além disso, o aprendizado não está obrigatoriamente apenas nos livros. Filmes, leituras, visitas a museus e até viagens ampliam o repertório cultural e tornam o aprendizado mais significativo.
  4. Participe da rotina escolar e mantenha diálogo com a escola – Estar presente em reuniões, acompanhar comunicados e manter um canal aberto com a equipe pedagógica fortalece o processo educativo. Família e escola precisam caminhar juntas. Quando há troca, alinhamento e confiança, a criança percebe que existe uma rede de apoio em torno dela.
  5. Evite estudar pelo aluno – Fazer a lição de casa ou resolver atividades no lugar da criança pode parecer ajuda, mas compromete o aprendizado. Quando o adulto interfere demais no processo de criação do conhecimento, tira da criança a chance de pensar, testar e aprender com os próprios erros.
  6. Não cobre perfeição nem sobrecarregue o estudante – O excesso de cobranças pode gerar ansiedade e insegurança, causando no indivíduo uma aversão ao conhecimento. O aprendizado é um caminho, não uma corrida. Respeitar o ritmo da criança é essencial para que ela desenvolva uma relação positiva com os estudos. Colocar pressão tem um efeito negativo e nunca é recomendado.
  7. Ofereça suporte emocional – Mais do que acompanhar as notas, é fundamental que as famílias ofereçam escuta ativa e acolhimento às frustrações e validem sentimentos. Quando o estudante se sente emocionalmente seguro, ele aprende melhor. O apoio emocional, na escola e em casa, é tão importante quanto qualquer conteúdo curricular.
  8. Reconheça e celebre as conquistas – Valorizar o esforço e as pequenas vitórias fortalece a autoestima e a motivação. O reconhecimento não precisa estar ligado apenas a resultados. Celebrar o empenho e a evolução diária ajuda a criança a perceber que aprender vale a pena. Mas é importante que esse reconhecimento esteja baseado em valores e não em recompensas materiais.

Sobre a Colunista

(*) Luzedna Glece é diretora proprietária do Colégio Avançar/CEIAV- CEIAV; Vice-presidente Câmara da Educação Infantil ACIC. Uma das fundadoras do Unidas Transformando Você. Colunista da Educação do Jornal O Folha. Formação: graduada em Pedagogia com licenciatura em Orientação, Supervisão, Séries Iniciais e Administração Escolar; pós-graduada em Psicopedagogia Clínica, Licenciatura em Magistério e Graduação em Neurociência; palestrante de temas voltados às áreas de Educação, Motivação, Relacionamentos Interpessoal e Intrapessoal; estudiosa com trabalhos reconhecidos sobre o tema Bullying; experiências profissionais: professora das séries iniciais e do curso de pedagogia, coordenadora, orientadora, diretora de redes particulares de ensino, supervisora, orientadora diretora regional do Sistema FIEMG.

Coluna Educação – 01.02.2026 – como preparar o filho para a primeira escola

Por Luzedna Glece(*)

A chegada de um novo ano letivo costuma trazer entusiasmo, mas também inseguranças, dúvidas e desafios para estudantes. Mudança de rotina, novas demandas acadêmicas, ambiente desconhecido e expectativas sociais podem impactar alunos de todas as idades. Segundo educadores, cada transição escolar, desde a Educação Infantil até o Ensino Superior, exige um tipo diferente de acolhimento, comunicação e organização.

O período de adaptação é um processo que envolve vínculo, tempo e escuta. Por isso, a participação ativa da família é fundamental para garantir bem-estar emocional e um início de ciclo mais tranquilo. Quanto mais os pais e responsáveis compreendem as necessidades específicas de cada fase, melhor conseguem apoiar os filhos.

Nos primeiros dias de escola, especialmente para crianças que nunca frequentaram um ambiente educativo, tudo é novo: pessoas, regras, espaços, horários e a separação dos pais. Esse momento pode despertar muita expectativa, mas também medo e insegurança. Por isso, o acolhimento cuidadoso e a previsibilidade são fundamentais. Quando o ambiente escolar transmite confiança e os responsáveis comunicam com transparência o que vai acontecer, a adaptação se torna mais leve e acolhedora.

Para ajudar nessa transição, vale apostar em pequenas estratégias que fazem toda a diferença. Antes de começar o ano letivo, leve a criança para conhecer o espaço: mostrar a sala, o pátio e os novos colegas ajuda a diminuir a estranheza. Um objeto como um brinquedo ou paninho também pode funcionar como um “elo” entre casa e escola, trazendo conforto nos momentos de insegurança. Se a escola permitir, os pais também podem acompanhar os primeiros dias de aula.

O vínculo é o eixo central do processo. O início exige acolhimento e previsibilidade, e durante os primeiros dias é preciso ter paciência. A criança precisa sentir que está segura e que aquele ambiente é confiável. Além disso, manter uma rotina estável em casa, com horários regulares para dormir, comer e brincar, dá ao pequeno um senso de segurança que se reflete na escola. Quanto mais estabilidade emocional o adulto transmite, mais rapidamente a criança se organiza internamente.

Sobre a Colunista

(*) Luzedna Glece é diretora proprietária do Colégio Avançar/CEIAV- CEIAV; Vice-presidente Câmara da Educação Infantil ACIC. Uma das fundadoras do Unidas Transformando Você. Colunista da Educação do Jornal O Folha. Formação: graduada em Pedagogia com licenciatura em Orientação, Supervisão, Séries Iniciais e Administração Escolar; pós-graduada em Psicopedagogia Clínica, Licenciatura em Magistério e Graduação em Neurociência; palestrante de temas voltados às áreas de Educação, Motivação, Relacionamentos Interpessoal e Intrapessoal; estudiosa com trabalhos reconhecidos sobre o tema Bullying; experiências profissionais: professora das séries iniciais e do curso de pedagogia, coordenadora, orientadora, diretora de redes particulares de ensino, supervisora, orientadora diretora regional do Sistema FIEMG.

Coluna Educação – 18.01.2026 – Dicas para curtir ao máximo as férias escolares

Dicas para curtir ao máximo as férias escolares

  1. Crie momentos especiais em família por meio da bricolagem

Nem sempre as férias escolares coincidem com os dias de recesso dos pais do trabalho. Essa situação não impede, no entanto, que sejam criados momentos únicos e marcantes para aproveitar ao máximo a fase de descanso da escola.

Apostar em situações que gerem interação é uma oportunidade para trocas de experiências e para aprimorar a convivência. Por que não, por exemplo, trazer a ideia da bricolagem para a rotina dentro de casa?

A ideia do “faça você mesmo” pode ser útil para dar aquela incrementada no quarto do seu filho. Mudar as cores da parede, fazer uma customização em um armário ou até mesmo buscar criar ambientes novos para tornar o lar ainda mais aconchegante são medidas bacanas que podem estar no seu radar. Faça uma pesquisa sobre técnicas como scrapbooks, patchwork, estamparia e silk, além de pintura e desenho. É garantia de sucesso!

2. Reforçar os laços familiares com direito a aventuras na cozinha

As férias escolares podem ser um momento mágico para expandir as relações dentro de casa. Muitas vezes, na correria diária, falta tempo para pequenas ações que têm um sabor muito especial. Por que, por exemplo, não aliar a produção de receitas especiais com direito a álbuns de fotografia, filmagens de diferentes épocas e muito bate-papo?

A sensação de pertencimento é essencial para a construção de valores e da própria identidade. Crianças e adolescentes têm uma certa expectativa por essas atitudes que geram acolhimento, troca de experiências e muita empatia. Compreender a sua origem, a história trilhada pelos pais, tios, avós e primos será essencial como estímulo para os desafios típicos da vida. Abrir esse espaço é mais que necessário.

3. Viajar é sempre bom, mas com pequenos estímulos fica melhor ainda

Não há dúvida de que uma viagem é sempre um passatempo bem-vindo nas férias escolares. Independentemente do roteiro, fazer as malas pode ser sinônimo de construção de conhecimento. Explorar curiosidades do local, pontos turísticos, enfim, é sempre uma possibilidade de aprendizado. Na estrada, por exemplo, dá para utilizar elementos, como as placas e outras curiosidades ao longo do percurso para incentivar jogos e brincadeiras divertidas. O importante é gerar estímulo

4. Uma boa sessão pipoca para maratonar filmes e séries nunca é demais

Organizar esses momentos em casa nas férias escolares sempre funciona bem. Selecionar filmes e séries que rendam muitas trocas entre todos é um ponto de partida que vai muito além do lazer. As particularidades escondidas em qualquer obra audiovisual sempre abrem caminho para aprendizados oportunos.

5. Cinema e teatro são sempre uma ótima ideia!

Após a pandemia é hora de aproveitar ao máximo a possibilidade de acompanhar eventos culturais presenciais. O mês de férias escolares, por exemplo, sempre reserva alguma novidade.

Nos cinemas, uma boa dica será o lançamento do primeiro filme brasileiro em 3D: “Pluft, o fantasminha”. Além do aspecto tecnológico, trata-se da oportunidade de conhecer um clássico do teatro brasileiro voltado ao público infantojuvenil. A produção, baseada na peça escrita por Maria Clara Machado, tem nomes como Arthur Aguiar, vencedor da edição mais recente do “Big Brother Brasil” (Rede Globo), Fabíula Nascimento e Juliano Cazarré. Também vale a pena consultar a agenda cultural da sua cidade para ver a programação teatral. Há sempre uma montagem interessante que pode render momentos únicos. Coloque no seu radar.

6. Uma colônia de férias tem sempre muitas vantagens

Com uma programação variada, as colônias de férias podem ser uma opção interessante/divertida para garantir que as crianças e adolescentes aproveitem ao máximo o recesso escolar. Antes de qualquer coisa, observe o tempo de duração: não é interessante que sejam muito longas, pois é importante que meninas e meninos também tenham um tempo de ócio, ou seja, que não estejam presos a um compromisso, mesmo que muito divertido.

Com direito a atividades culturais, esportivas e recreativas, as colônias de férias sempre funcionam bem para os pais que estão trabalhando e querem ocupar da melhor maneira possível o tempo livre dos filhos. Consulte as opções disponíveis na sua cidade.

7. Busque oficinas e outras possibilidades interessantes

Além das colônias de férias, cursos e outras atividades livres funcionam bem na fase de recesso escolar. Há shoppings, por exemplo, que recebem áreas temáticas ou que oferecem até práticas esportivas, como a patinação.

Museus também costumam ter visitações diferenciadas e programações bem atraentes nesse período. Faça uma boa pesquisa e estimule o desejo de descobertas e novas experiências entre as crianças e adolescentes

8. Movimentar-se faz bem à saúde e é muito divertido

Aproveitar ao máximo praças e parques para andar de bicicleta, skate, patins ou mesmo para levar o amiguinho de quatro patas para passear não tem contraindicação. Normalmente, muitos desses espaços oferecem atrações e eventos diferenciados, como feirinhas gastronômicas. Por serem locais públicos, é preciso sempre cuidar da segurança para evitar dor de cabeça.

9. Promova rodadas de jogos em casa

Os jogos de tabuleiro são sempre bem-vindos nas férias escolares. Dá para organizar maratonas divertidas com clássicos, como Banco Imobiliário ou Imagem & Ação. Para quem ama quebra-cabeças, por que não escolher um com mais de 1 mil peças para montar um lindo quadro para a sala de tevê? Os mais tecnológicos podem até fazer disputas de games ou optar pelo bom e sempre requisitado baralho. Uma comidinha sempre vai bem nesses momentos.

10. Reunir os amigos é garantia de muita diversão

Uma bagunça saudável é sempre bem-vinda nas férias escolares. Por isso, promover piqueniques ou uma noite do pijama podem ser medidas interessantes para tornar os dias de recesso ainda mais prazerosos. São momentos essenciais para fortalecer os laços de amizade.

11. Quem canta os seus males espanta

O bom e velho karaokê é convidativo para os momentos de diversão nas férias escolares. Ele pode ser intercalado, inclusive, com gincanas musicais que misturem as playlists de todos os participantes. Esse encontro de gerações vai permitir momentos muito engraçados e até mesmo reforçar vínculos. Vão surgir afinidades em relação a gêneros musicais, que revelarão muito da personalidade de cada um dos membros da família. É só aumentar o som!

12. Explore a sua cidade

Se não puder viajar, aproveite as férias escolares para conhecer melhor a sua cidade. Há sempre lugares próximos, a poucos minutos da nossa casa, que podem oferecer momentos únicos. Essas descobertas podem ser gastronômicas ou culturais, mas com certeza repletas de surpresas marcantes para esses dias de recesso escolar.

13. Promova boas rodas de leitura

Estimular a leitura nunca é demais. Um livro é sempre um bom companheiro em qualquer momento. Para incrementar esses momentos, por que não fazer rodas de leitura? Compartilhar trechos de obras ou mesmo a paixão por um autor podem ser atitudes inspiradoras. Essa troca só traz benefícios. Pense em formas de trazer a literatura como uma aliada para a fase de recesso escolar.

14. Incentive o desapego!

As férias também podem ser um bom momento para separar brinquedos, livros, roupas e outros itens que podem ser doados. Estimular a criança ou adolescente a desapegar favorece a solidariedade, a empatia e faz surgir o prazer de ajudar o próximo. Até mesmo apetrechos dos pets, que não são mais utilizados, podem ser encaminhados para ONGs especializadas no acolhimento de cães e gatos. É legal que tanto os meninos quanto as meninas vivenciem todo o processo da separação até a entrega

15. Colocar a mão na terra é sempre uma boa pedida!

Por que não criar um jardim vertical em casa? Trata-se de uma forma de decoração diferenciada para colocar plantas e hortas suspensas no interior da sua casa ou em algum espaço externo. Se tiver uma área legal, dá até para investir no plantio de lindas flores. Natureza nunca é demais!

Sobre a Colunista

(*) Luzedna Glece é diretora proprietária do Colégio Avançar/CEIAV- CEIAV; Vice-presidente Câmara da Educação Infantil ACIC. Uma das fundadoras do Unidas Transformando Você. Colunista da Educação do Jornal O Folha. Formação: graduada em Pedagogia com licenciatura em Orientação, Supervisão, Séries Iniciais e Administração Escolar; pós-graduada em Psicopedagogia Clínica, Licenciatura em Magistério e Graduação em Neurociência; palestrante de temas voltados às áreas de Educação, Motivação, Relacionamentos Interpessoal e Intrapessoal; estudiosa com trabalhos reconhecidos sobre o tema Bullying; experiências profissionais: professora das séries iniciais e do curso de pedagogia, coordenadora, orientadora, diretora de redes particulares de ensino, supervisora, orientadora diretora regional do Sistema FIEMG.

Coluna Educação –  11.01.2026 – A importância das férias escolares

A importância das férias escolares

Por Luzedna Glece(*)

As férias escolares são um momento essencial para o desenvolvimento das crianças e adolescentes. Por isso, é preciso fugir da definição equivocada de que é apenas uma fase de descanso das rotinas em sala de aula, pois é, acima de tudo, uma oportunidade incrível para fortalecer vínculos, relaxar a mente, adquirir novos conhecimentos de maneira divertida e criativa.

Essa ruptura com as obrigações diárias, leia-se acordar cedo, ter horários, cumprir com as tarefas de casa e outras atividades, é fundamental para aliviar as tensões, combater o estresse e o cansaço normais do fim do semestre. Fora isso, essa etapa de descanso vai ser preponderante para assegurar o rendimento nos meses seguintes. Recarregar as energias faz toda a diferença na volta às aulas.

Por essas e outras razões, planejar bem as férias escolares é primordial. Prova disso é um estudo realizado pela Academia Norte-Americana de Pediatria (APP) que destacou o impacto positivo das férias escolares na rotina de meninos e meninas. De acordo com a entidade, essa fase é de suma importância para propiciar o bom desenvolvimento cognitivo e para aprimorar o convívio social, além de potencializar inúmeras habilidades e competências.

Para que as férias sejam realmente inesquecíveis, é fundamental ir além das brincadeiras, dos momentos diante das telas (tevê, celulares e tablets), das viagens e de simplesmente dormir até tarde. Viajar e passear é muito legal também, mas saber aproveitar esses dias de recesso para incentivar novas descobertas faz a diferença.

Não se trata de fazer a criança estudar nas férias, pois isso vai comprometer a sua motivação e autoestima. Ela precisa de momentos prazerosos e que não sejam sinônimo de obrigação e responsabilidades

Mas, por outro lado, para que garotos e garotas fiquem mais felizes, dispostos e com a mente aberta para novos aprendizados e conhecimentos, aproveitar as férias escolares para oportunizar experiências nunca é demais. Dessa forma, saber fazer de cada momento uma lembrança única e especial não tem contraindicações. Aposte nisso!

Conclusão

Seja qual for a sua escolha, o importante é fazer das férias escolares um momento de descanso, de lazer e de novas experiências. Como no dia a dia as crianças e adolescentes já lidam com uma maratona escolar intensa e inúmeras atividade extracurriculares, faça das férias escolares um instante de renovação das baterias para o ano seguinte. Aposte em atividades significativas e diversificadas, que tenham qualidade, criando conexões entre a família e os amigos. Só não vale passar esse tempo quase que exclusivamente diante do computador, tevê ou outras telas.

Incentivando práticas saudáveis e interessantes, que espantam o estresse e o cansaço, dá para fazer das férias escolares uma excelente oportunidade para estreitar os laços familiares. Dessa forma, além de curtirem ao máximo momentos que são únicos na infância e adolescência, ainda desenvolvem a criatividade, a imaginação e outras tantas habilidades fundamentais para o seu desenvolvimento.

Aproveite as férias escolares para fortalecer a autoestima do seu filho. É essencial que ele se sinta protagonista de sua própria história, ou seja, ele deve compartilhar ideias, dúvidas, receios e ter voz ativa nas decisões. Esses momentos são ricos em possibilidades para garantir o pleno desenvolvimento das nossas crianças e adolescentes, além de fortalecer laços necessários.

Na nossa próxima edição daremos “Dicas para curtir ao máximo as férias escolares”.

Sobre a Colunista

(*) Luzedna Glece é diretora proprietária do Colégio Avançar/CEIAV- CEIAV; Vice-presidente Câmara da Educação Infantil ACIC. Uma das fundadoras do Unidas Transformando Você. Colunista da Educação do Jornal O Folha. Formação: graduada em Pedagogia com licenciatura em Orientação, Supervisão, Séries Iniciais e Administração Escolar; pós-graduada em Psicopedagogia Clínica, Licenciatura em Magistério e Graduação em Neurociência; palestrante de temas voltados às áreas de Educação, Motivação, Relacionamentos Interpessoal e Intrapessoal; estudiosa com trabalhos reconhecidos sobre o tema Bullying; experiências profissionais: professora das séries iniciais e do curso de pedagogia, coordenadora, orientadora, diretora de redes particulares de ensino, supervisora, orientadora diretora regional do Sistema FIEMG.

Coluna Educação –  21.12.2025 – Educação positiva no desenvolvimento integral do indivíduo

Educação positiva no desenvolvimento integral do indivíduo

Por Luzedna Glece(*)

Educação positiva é uma abordagem que visa desenvolver o potencial de crianças e jovens através do respeito mútuo, empatia e reforço positivo, em vez de punições e castigos. Ela foca no desenvolvimento integral do indivíduo, incluindo habilidades socioemocionais, como resiliência e segurança emocional, além do desempenho acadêmico. Seu objetivo é criar um ambiente de aprendizado seguro e construtivo.

Princípios e práticas

Foco no bem-estar e competências socioemocionais: A abordagem utiliza princípios da psicologia positiva para promover o bem-estar, a resiliência e o desenvolvimento de habilidades emocionais e sociais.

Reforço positivo: Em vez de punição, utiliza o reforço positivo para reconhecer e valorizar os esforços e conquistas dos alunos, incentivando comportamentos positivos.

Ambiente seguro e respeitoso:  Busca criar um ambiente onde o aluno se sinta seguro para aprender, explorar suas potencialidades, expressar ideias e ser ouvido e respeitado.

Validação de sentimentos: Enfatiza a importância de validar os sentimentos da criança, o que não significa concordar com o comportamento, mas sim mostrar que o sentimento dela é compreendido.

Consequências lógicas: Ensina sobre as consequências naturais de suas ações, estabelecendo limites claros sem agressividade, de forma a ajudar a criança a entender expectativas e normas.

Conexão e diálogo: Fortalece os vínculos emocionais através do respeito mútuo e do diálogo, em vez de usar castigos e chantagens emocionais.

Diferença da educação tradicional

Educação tradicional: Foca mais na correção de erros e no desempenho acadêmico, podendo enfatizar métodos punitivos.

Educação positiva: Vai além das notas, focando na formação integral do indivíduo e no desenvolvimento de habilidades socioemocionais e de caráter. Importante ressaltar que a educação positiva não é sinônimo de permissividade, ela preza pelo respeito com limites claros.

Sobre a Colunista

(*) Luzedna Glece é diretora proprietária do Colégio Avançar/CEIAV- CEIAV; Vice-presidente Câmara da Educação Infantil ACIC. Uma das fundadoras do Unidas Transformando Você. Colunista da Educação do Jornal O Folha. Formação: graduada em Pedagogia com licenciatura em Orientação, Supervisão, Séries Iniciais e Administração Escolar; pós-graduada em Psicopedagogia Clínica, Licenciatura em Magistério e Graduação em Neurociência; palestrante de temas voltados às áreas de Educação, Motivação, Relacionamentos Interpessoal e Intrapessoal; estudiosa com trabalhos reconhecidos sobre o tema Bullying; experiências profissionais: professora das séries iniciais e do curso de pedagogia, coordenadora, orientadora, diretora de redes particulares de ensino, supervisora, orientadora diretora regional do Sistema FIEMG.

Coluna Educação –  14.12.2025 – A importância da parceria entre família e escola

A importância da parceria entre família e escola

Por Luzedna Glece(*)

A parceria entre família e escola é um dos principais elementos para o sucesso da educação. É comum acreditar que cada um deve cumprir seu papel separadamente. No entanto, os pais e a instituição de ensino devem estar em constante sintonia, tendo como objetivo final o pleno desenvolvimento infantil.

Diferentes motivos levam a essa separação. Os pais deixam de se envolver no ambiente escolar e nas atividades e estratégias pedagógicas que envolvem a sua participação. Por outro lado, a família não sente que as suas demandas são acolhidas pelos gestores escolares.

Uma das formas para reverter esse cenário é compreender que a educação não é responsabilidade restrita da escola, assim como não está confinada aos muros da instituição. A sociedade como um todo, a escola, a família e outros ambientes estão envolvidos no desenvolvimento humano. Também é importante que a família permita ao aluno resolver questões relacionadas a socialização com outros colegas no ambiente escolar, sem interferir de maneira direta.

Já a escola deve possuir uma gestão democrática, capaz de incentivar a participação constante dos pais no ambiente escolar. Essa relação deve ir além dos encontros para discussão de questões burocrática, como reclamações, boletins, reuniões, etc. É importante estar à disposição em horários mais acessíveis e demonstrar que a escola está aberta para  o diálogo e novas sugestões.

Benefícios da parceria família e escola

A sintonia entre família e escola possibilita que o desenvolvimento da criança e o processo de aprendizagem sejam ampliados. Dessa forma, o aluno tem a oportunidade de vivenciar experiências educativas na escola e no convívio familiar. Além disso, também são benefícios da parceria família e escola:

– Aumento do rendimento escolar

– Maior envolvimento familiar na escola

– Acompanhamento constante da criança

– Desenvolvimento cognitivo e social do aluno, entre outros.

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(*) Luzedna Glece é diretora proprietária do Colégio Avançar/CEIAV- CEIAV; Vice-presidente Câmara da Educação Infantil ACIC. Uma das fundadoras do Unidas Transformando Você. Colunista da Educação do Jornal O Folha. Formação: graduada em Pedagogia com licenciatura em Orientação, Supervisão, Séries Iniciais e Administração Escolar; pós-graduada em Psicopedagogia Clínica, Licenciatura em Magistério e Graduação em Neurociência; palestrante de temas voltados às áreas de Educação, Motivação, Relacionamentos Interpessoal e Intrapessoal; estudiosa com trabalhos reconhecidos sobre o tema Bullying; experiências profissionais: professora das séries iniciais e do curso de pedagogia, coordenadora, orientadora, diretora de redes particulares de ensino, supervisora, orientadora diretora regional do Sistema FIEMG.

Coluna Educação –  07.12.2025 – Formatura da Educação Infantil

Formatura da Educação Infantil

Por Luzedna Glece(*)

A formatura na educação infantil é um evento simbólico, também conhecido como formatura do ABC, que celebra o fim de uma etapa crucial do desenvolvimento da criança e o início da sua trajetória escolar. Geralmente, inclui a entrega de diplomas simbólicos, apresentações preparadas pelos alunos, discursos que valorizam o aprendizado e é uma forma de fortalecer a autoestima das crianças e promover a união entre famílias e educadores.

Essa celebração marca a transição para uma nova fase da educação básica com entusiasmo e motivação, criando um marco importante na vida das crianças e das instituições de ensino, valorizando essa fase inicial importantíssima de aprendizado e descobertas.

Essa celebração pode assumir diferentes formatos: uma cerimônia simples com entrega de certificados, apresentações musicais e o uso de becas ou fantasias, ou uma festa mais elaborada com decoração temática, painel de formatura da educação infantil e fotos comemorativas.

Certificados ou diplomas simbólicos, decoração temática com elementos lúdicos, figurinos ou vestuário infantil apropriado, músicas e apresentações das turmas e uma equipe de apoio para o dia da celebração são itens fundamentais para a realização da formatura.

Para garantir o sucesso total deve-se valorizar a participação dos formandos em todos os passos, valorizar a presença e emoções dos pais, garantir registros e vídeos do evento para memória afetiva escolar e evitar formalidades excessivas, priorizando o aspecto educativo.

Torna-se necessário conscientizar de que a celebração da formatura é um reconhecimento dos pequenos e um estímulo a sequência de novas jornadas educacionais. Afinal, quando a escola comemora cada fase, desde a Educação Infantil até o Ensino Médio, ela propicia um ambiente positivo e motivador, contribuindo eficazmente para o sucesso dos seus alunos.

 

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(*) Luzedna Glece é diretora proprietária do Colégio Avançar/CEIAV- CEIAV; Vice-presidente Câmara da Educação Infantil ACIC. Uma das fundadoras do Unidas Transformando Você. Colunista da Educação do Jornal O Folha. Formação: graduada em Pedagogia com licenciatura em Orientação, Supervisão, Séries Iniciais e Administração Escolar; pós-graduada em Psicopedagogia Clínica, Licenciatura em Magistério e Graduação em Neurociência; palestrante de temas voltados às áreas de Educação, Motivação, Relacionamentos Interpessoal e Intrapessoal; estudiosa com trabalhos reconhecidos sobre o tema Bullying; experiências profissionais: professora das séries iniciais e do curso de pedagogia, coordenadora, orientadora, diretora de redes particulares de ensino, supervisora, orientadora diretora regional do Sistema FIEMG.